Por que o diagnóstico preciso é fundamental
A obstrução nasal tem muitas causas possíveis — desvio de septo, hipertrofia de cornetos, rinite alérgica, rinite vasomotora, pólipos, adenóide, sinusite crônica — e frequentemente mais de uma causa coexiste no mesmo paciente. Um diagnóstico impreciso leva a tratamentos incompletos que não resolvem o problema.
A Dra. Loyane Bronzon realiza uma avaliação diagnóstica completa e estruturada, combinando anamnese, exame físico, exames endoscópicos na própria consulta e, quando necessário, exames complementares específicos.
1. Anamnese e história clínica
A avaliação começa com uma conversa detalhada sobre os sintomas:
- Lateralidade: obstrução unilateral (sugere causa anatômica como septo) ou bilateral (sugere causa inflamatória ou mucosa).
- Evolução: início recente ou crônico, progressivo ou estável.
- Padrão temporal: pior à noite, pela manhã, em determinadas estações — padrão sazonal sugere rinite alérgica.
- Fatores desencadeantes: exposição a animais, poeira, odores, mudanças de temperatura.
- Sintomas associados: espirros, coriza, coceira, perda de olfato, cefaleia, pressão facial.
- Impacto no sono: ronco, sono agitado, respiração bucal noturna.
- Uso de descongestionantes: investigação de rinite medicamentosa.
2. Exame físico nasal
- Inspeção externa: avaliação da pirâmide nasal, deformidades, colapso de válvula nasal (teste de Cottle).
- Rinoscopia anterior: exame com espéculo nasal e fonte de luz para visualização da porção anterior das fossas nasais.
- Avaliação do fluxo de ar: respiração com cada narina separada para comparar a permeabilidade.
3. Videonasolaringoscopia (na consulta)
O exame mais importante e diferenciador da avaliação na Clínica Óris. Com um aparelho fino e flexível com câmera de alta definição introduzido pela narina, é possível visualizar em tempo real:
- Septo nasal em toda a sua extensão — incluindo desvios posteriores não visíveis na rinoscopia anterior.
- Cornetos inferiores e médios — tamanho, coloração da mucosa e grau de obstrução.
- Meatos nasais — presença de secreção sugestiva de sinusite.
- Adenóide — tamanho e grau de obstrução da rinofaringe.
- Pólipos nasais.
- Mucosa nasal — coloração, edema, presença de vasos proeminentes.
O paciente acompanha todas as imagens na tela em tempo real, compreendendo de forma visual o que está causando sua obstrução.
4. Testes de alergia
Quando há suspeita de rinite alérgica, os testes específicos confirmam a sensibilização:
- Teste cutâneo de puntura (prick test): aplicação de pequenas quantidades de extratos alergênicos na pele do antebraço. Resultado em 20 minutos. Simples, rápido e de boa sensibilidade.
- IgE sérica específica: dosagem sanguínea dos anticorpos contra alérgenos específicos. Útil quando o prick test não pode ser realizado (uso de anti-histamínicos, dermatografismo).
5. Tomografia computadorizada para planejamento cirúrgico
A tomografia dos seios paranasais é indicada quando há suspeita de rinossinusite crônica, quando o planejamento cirúrgico é necessário, ou quando outros exames não fornecem informações suficientes. Ela mostra com precisão:
- O grau de opacificação dos seios paranasais.
- Variações anatômicas que podem estar contribuindo para a obstrução dos óstios.
- Extensão dos pólipos nasais.
- Espessamento das paredes do seio.
- Relações anatômicas importantes para o planejamento cirúrgico seguro.
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O diagnóstico preciso é o passo mais importante para resolver a obstrução nasal definitivamente. Consulte a Dra. Loyane Bronzon na Clínica Óris, em Belo Horizonte.
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