O diagnóstico correto como base de tudo

O tratamento do ronco e da apneia do sono depende diretamente de um diagnóstico correto e completo. Sem entender a causa, o nível de obstrução e a gravidade da apneia, qualquer intervenção pode ser insuficiente ou inadequada.

A Dra. Loyane Bronzon, na Clínica Óris em Belo Horizonte, realiza uma avaliação sistemática e completa — combinando anamnese, exame físico, videonasolaringoscopia na consulta e, quando indicado, exames complementares.

1. Anamnese detalhada

A avaliação começa com uma conversa completa sobre sintomas noturnos e diurnos:

  • Sintomas noturnos: ronco, pausas respiratórias observadas pelo parceiro(a), engasgos, sono agitado, noctúria (urinar à noite).
  • Sintomas diurnos: sonolência diurna excessiva (Escala de Epworth), fadiga, cefaleia matinal, dificuldade de concentração.
  • Histórico médico: hipertensão, diabetes, doenças cardíacas, uso de medicamentos.
  • Fatores de risco: IMC, circunferência cervical, uso de álcool e sedativos, tabagismo, posição ao dormir.

2. Exame físico otorrinolaringológico

A Dra. Loyane realiza avaliação minuciosa de toda a via aérea superior:

Avaliação nasal

  • Inspeção externa e rinoscopia anterior.
  • Avaliação de desvio de septo, hipertrofia de cornetos, presença de pólipos.
  • Teste de permeabilidade nasal.

Avaliação orofaríngea

  • Classificação de Mallampati: visualização da faringe com a boca aberta para avaliar o espaço orofaríngeo.
  • Graduação do tamanho das amígdalas palatinas (escala de 0 a IV).
  • Avaliação do palato mole, úvula e base da língua.

Videonasolaringoscopia na consulta

Um diferencial importante: a realização da videonasolaringoscopia na própria consulta permite visualizar em tempo real as fossas nasais, a adenóide, a orofaringe e a hipofaringe, identificando pontos de colapso e o nível da obstrução — com o paciente acompanhando as imagens na tela.

3. Polissonografia: o exame padrão-ouro

A polissonografia é o exame definitivo para confirmar e graduar a apneia do sono. Registra múltiplos parâmetros durante uma noite inteira de sono:

  • Atividade cerebral (EEG) — fases do sono.
  • Movimentos oculares — identificação do sono REM.
  • Atividade muscular — tônus e movimentos corporais.
  • Fluxo de ar nasal e oral — detecção de apneias e hipopneias.
  • Esforço respiratório — distingue apneia obstrutiva da central.
  • Saturação de oxigênio — quedas de oxigenação ao longo da noite.
  • Frequência cardíaca — variações associadas aos eventos respiratórios.
  • Posição corporal — correlação entre posição e eventos de apneia.
  • Ronco — registro sonoro e correlação com eventos.

O resultado é o Índice de Apneia-Hipopneia (IAH), que classifica a AOS em leve, moderada ou grave — determinando o tratamento mais adequado.

4. Outros exames complementares

  • Teste do sono domiciliar (poligrafia): exame simplificado realizado em casa, que registra parâmetros respiratórios e cardíacos. Pode ser indicado em casos selecionados com alta probabilidade pré-teste de AOS moderada a grave.
  • Tomografia computadorizada das vias aéreas superiores: avaliação anatômica detalhada para planejamento cirúrgico.
  • Cefalometria: avaliação radiográfica das estruturas craniofaciais, útil em casos de retrognatia e outras alterações esqueléticas que contribuem para AOS.

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O diagnóstico correto é o primeiro passo para um tratamento eficaz. Consulte a Dra. Loyane Bronzon na Clínica Óris, em Belo Horizonte, e entenda o que acontece durante o seu sono.

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